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A Dieta Cetogénica no Tratamento do Cancro

Que seu alimento seja seu remédio e que seu remédio seja seu alimento”

Hipócrates

Já dizia Hipócrates há 400 anos A.C, a mensagem que permanece atual, mas infelizmente ainda não é praticada pelas pessoas. Isto porque, há muita resistência em aceitar o poder nutricional para prevenção e regressão de doenças, especialmente quando o assunto é o cancro.

O cancro é uma doença onde as células crescem rapidamente de forma desordenada e agressiva, invadindo os tecidos e órgãos. O cancro é uma doença multifatorial, ou seja, ele é o resultado de inúmeros fatores (biológicos, físicos, psicológicos, sociais e entre outros).

Porém, as mídias tradicionais e a população em geral aprenderam, por muitos anos, a jogar a culpa somente no fator genético, ignorando uma das maiores descobertas da ciência que até já ganhou o Nobel.

Em 1930, Dr. Otto Heinrich Warburg, médico alemão, Ph.D em química, indicado a 46 prêmios e vencedor de dois prémio Nobel, desvendou um mecanismo que mudou a forma de pensar na nutrição e o cancro. Ele acreditava que os tumores poderiam ser tratados rompendo sua fonte de energia, o açúcar.

O principal combustível das células saudáveis é o oxigénio e é através dele que o corpo gera energia para funcionar. O que Dr. Otto Warburg descobriu por meio de suas pesquisas é que as células cancerígenas vivem em ambiente ácido e perdem a capacidade de utilizar o oxigénio, passando a ser anaeróbico. Incapacitado de utilizar o oxigénio para gerar a energia por meio aeróbico, as células cancerígenas recorrem ao açúcar.

Sabia que o açúcar é o alimento preferido das células cancerígenas? Abandone o açúcar e adote a dieta cetogénica no tratamento do cancro.

Esta descoberta sobre o açúcar, “alimento preferido da célula cancerígena”, os cientistas descobriram que não há jeito de prevenir ou parar o cancro sem mudar a alimentação.

O Dr. Lair Ribeiro, nos seus mais de 45 anos de experiência, apresenta uma forma mais efetiva de não nutrir os tumores malignos e que pode auxiliar no tratamento do cancro, o nome deste plano alimentar é a dieta cetogénica.

Adotar a dieta cetogénica para combater o cancro já vem a ganhar mais fama entre os médicos e nutricionistas e já conquistou a comunidade científica. Existem mais de 1.500 livros na Amazon.com que só falam bem sobre este plano alimentar. No Pubmed, uma plataforma que reúne artigos científicos, há mais de 2.000 resultados para a dieta.

Para adotar a dieta cetogénica no tratamento contra o cancro, precisará “dar um reset” em tudo o que conhece sobre dietas, nutrição e alimentação.

A “gordurofobia”, ou seja, o pavor de consumir gordura, privou as pessoas de encararem a dieta cetogénica como um caminho sério e efetivo de tratamento de doenças, como cancro.

E apesar do nome complicado, começar a dieta cetogénica é muito simples.

Quando reduzimos a ingestão de carboidratos, o organismo passa a queimar corpos cetónicos provenientes da ingestão de gordura.

A dieta cetogénica também reduz a gordura armazenada no corpo, melhorando outros indicadores. Os níveis de insulina e testosterona, por exemplo, se normalizam, contribuindo para que o organismo funcione de forma plena.

Entre os inúmeros benefícios da dieta cetogénica, podemos destacar:

  • controlo do peso;
  • claridade mental;
  • redução da ansiedade;
  • melhora do humor;
  • fim da compulsão alimentar


Essa é base da dieta cetogénica que, quando feita de forma consciente e correta, promove regeneração e saúde.

Como começar a dieta cetogénica?

Para começar efetivamente a adotar a dieta cetogénica, a primeira recomendação dada pelo Dr. Lair Ribeiro é diminuir todas as fontes de carboidrato, ou seja, todos os alimentos com alto teor de glicose, como pães, massas, batata, mel, tapioca, milho e cereais.

No lugar deles, prefira as fontes boas de gordura, como azeite, óleo de coco, castanhas, abacate e ovo. A carne também faz parte dessa dieta.

E atenção ao consumo de carne. Em geral, a dieta cetogénica aceita este alimento, mas no caso do tratamento de cancro, precisa eliminar toda a proteína animal porque ela alimenta o chamado MTOR que, por sua vez, é proliferativo, ajuda o cancro a crescer.

Fonte: https://lairribeiro.com.br

Autor – Dr. Lair Ribeiro: Médico cardiologista, mestre em cardiologia, nutrólogo, professor e coordenador do curso de pós-graduação lato sensu Adequação Nutricional e Manutenção da Homeostase – Prevenção e Tratamento de Doenças relacionadas à Idade, da Uningá. Também é autor de mais de 100 trabalhos científicos, publicados em revistas médicas americanas indexadas, e de 38 livros (15 best sellers e 26 traduzidos para outros idiomas), disponíveis em mais de 40 países. Morou 17 anos nos Estados Unidos, trabalhando na Harvard Medical School, Baylor College of Medicine e Thomas Jefferson University, além de atuar como diretor-médico na Merck Sharp & Dohme e diretor-executivo, alcançando a vice-presidência, na Ciba Corporation, hoje Novartis.

Todas as informações contidas foram disponibilizadas com o objetivo de ampliar seu conhecimento sobre saúde e qualidade de vida. Nunca faça uso dos conceitos aqui publicados sem antes consultar um médico de sua confiança! Lembrando que o Dr. Lair Ribeiro não realiza nenhum tipo de atendimento, dedicando seu tempo integralmente aos estudos sobre Medicina.

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