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A Agricultura da Não-Violência

Por Walter Sandes

Necessitamos mudar nossa forma de olhar o mundo e plantarmos cooperação, tolerância, harmonia e amor incondicional, assim colhemos a verdadeira prosperidade eco-social.

Walter Sandes

Nestes tempos modernos, deparamo-nos com uma serie de contradições; às vezes me pergunto o quanto os alimentos refletem nossas reações, assim como um elevado número de pessoas com intolerância aos alimentos, também com o alto grau de intolerância nas diversas esferas das relações humanas. Nas trincheiras sociais, económicas e intelectuais, a sociedade contemporânea se isola e compete entre si.

Os sistemas modernos de produção focados na competição e escassez, refletem a sociedade e ao mesmo tempo em que imprimem sua energia na produção de alimentos contaminados e pobres de nutrientes.

Ao praticar uma agricultura que trabalha com os ecossistemas, respeita a natureza, conserva os solos, os cursos de água, a paisagem e o clima, resulta inevitavelmente em produções mais ecológicas e económicas, trilhando o caminho da soberania e sustentabildade.

Uma agricultura ecológica mantém as plantas saudáveis que fornecerão uma alimentação sadia, que contribuirão para sermos humanos com saúde física e mental. Sociedade sadia não destrói sua base vital e o seu meio ambiente, mas o conservam. Não somente cuidam de seus solos e do meio ambiente, mas também de seus próximos, criando bem-estar e paz.

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